Trafegar pelas estradas estaduais ou federais que ligam os municípios do estado da Bahia têm sido um transtorno para muitos motoristas. Isso porque de acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), em pesquisa de Rodovias 2017, em análise de 57 rodovias baianas, 64,8% das estradas são consideradas regulares, ruins ou péssimas. Na categoria, nenhuma tem um estado apontado como ótimo.
Outro ponto que também analisou um trecho baiano, está entre as dez piores do país, e encontra-se localizado entre Teresina (PI) e Barreiras (BA). Categorizadas como “ruim”, foram citadas as rodovias BR-020, BR-135, BR-235, BR-343, PI-140, PI-141/ BR-324 e PI-361. Os trechos que ligam cidades e estados têm um volume maior de veículos de cargas e passageiros, e apresentam problemas de pavimentação, sinalização e infraestrutura de apoio. Ainda segundo a CNT, as condições gerais das estradas influenciam diretamente no custo operacional dos transportadores, que subiu de 24,9% em 2016 para 27% em 2017.Com a subida de custo para os veículos que transportam cargas, aumentam também os preço do mercado, o que impacta diretamente na economia e na sociedade, pois cerca de 90% das cargas industriais são transportadas através das rodovias do país.
